ASSESPRO é peça chave no crescimento do setor de tecnologia em Pernambuco
14/3/2003
O mercado de tecnologia da informação tem crescido bastante nos últimos anos em Pernambuco. Atualmente, por exemplo, o setor, apesar de novo, é o segundo maior pagador de ISS da cidade do Recife. Várias empresas de outros estados têm se fixado aqui. O motivo disso é simples: competência e trabalho. Há um esforço comum de empresários, políticos e instituições no sentido de fortalecer e ampliar o setor. Entre as instituições que caminham nesse sentido, destaca-se a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação, Software e Internet Regional (Assespro Regional).
Existente há mais de 25 anos em nível nacional, a Assespro já defendeu diversas bandeiras e galgou várias conquistas como a quebra de reserva de mercado e a defesa de software nacional. Em nível local, a instituição tem despontado desde 2001, quando o empresário pernambucano João Luiz Perez assumiu a presidência da filial PE/PB, hoje Regional Nordeste, pelo voto direto.
Com um currículo dos mais esmerados, onde figuram títulos como o de MBA internacional em Marketing, pelo IPAM, pós-graduação em Business Planning & Strategic Sales, pela Hitachi Data System, Santa Clara, Estados Unidos, e graduação em Engenharia e Administração de Empresas, João Luiz resolveu todos os problemas administrativos, fiscais e trabalhistas que se arrastavam durante anos e triplicou o número de associados através de ações e divulgação dessas ações.
A visibilidade alcançada pela Assespro PE/PB foi tanta que a Nacional colocou sobre o comando de João Luiz as filiais de Alagoas, Rio Grande do Norte e Bahia. Outra questão para se comemorar é o fato de que, pela primeira vez, o Nordeste compõe o quadro da Nacional: João Alberto Fonseca, da TAL, foi eleito vice-presidente, e Roberto Monteiro, da Otimiza, e Paulo Magnus, da MV-Sistemas, foram eleitos dirigentes.
A atual gestão da Assespro Regional executou rigorosamente o planejamento estratégico elaborado pelo setor, principalmente no que tange a visibilidade da Assespro, fazendo-se representar em outras entidades da área como a Fenainfo, Softex, Porto Digital, Sindicato Patronal, dentre outras. Além disso, contratou assessoria de imprensa e um escritório de conselho tributário, a fim de defender os interesses dos associados. A Assespro tem trabalhando, ainda, para aproximar os empresários de investidores nacionais e internacionais (capitais externos), e para a formação de consórcios entre empresas de atividades complementares, visando a busca do mercado de forma coletiva.
E as ações não cessam por aí. A associação, em conjunto com o vereador Waldemar Borges, lutou pela redução do ISS para as empresas que se estabeleçam no Porto Digital (Lei Waldemar Borges). A Assespro Regional também apoiou e defendeu a redução do ICMS incidente sobre os softwares de prateleira (software de caixinha) – as alíquotas caíram de 17% para 1% (Lei Augusto Coutinho). Atualmente, a instituição briga junto a parlamentares do Congresso Nacional para que as empresas de T.I. sejam agraciadas com o simples.
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